Uma mulher bonita não passa despercebida. Uma mulher feia passa. Mas uma mulher que não queira passar despercebida, certamente conseguirá o seu objectivo, mesmo que não pelas melhores razões. A máxima a reter - aplicável sobretudo às mulheres, que não têm a facilidade (e ainda bem) de recorrer àquele código uniforme, da camisa, do fato e da gravata - é a seguinte: "Diz-me como te vestes e que calçado usas, dir-te-ei o nível de equilibrio emocional em que te encontras." Não tem somente que ver com bom gosto nem com o bom senso ou disposição com se se abre o armário, quando de manhã, no fundo, decidimos a imagem que queremos que marque o nosso dia, e aquela com que queremos que toda a gente fique de nós mesmos, assim que olhe para nós.
"- E que somos nós? - exclamou Ega. - Que temos nós sido desde o colégio, desde o exame de latim? Românticos: isto é, indivíduos inferiores que se governam na vida pelo sentimento, e não pela razão..." Os Maias
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dress to work
Uma mulher bonita não passa despercebida. Uma mulher feia passa. Mas uma mulher que não queira passar despercebida, certamente conseguirá o seu objectivo, mesmo que não pelas melhores razões. A máxima a reter - aplicável sobretudo às mulheres, que não têm a facilidade (e ainda bem) de recorrer àquele código uniforme, da camisa, do fato e da gravata - é a seguinte: "Diz-me como te vestes e que calçado usas, dir-te-ei o nível de equilibrio emocional em que te encontras." Não tem somente que ver com bom gosto nem com o bom senso ou disposição com se se abre o armário, quando de manhã, no fundo, decidimos a imagem que queremos que marque o nosso dia, e aquela com que queremos que toda a gente fique de nós mesmos, assim que olhe para nós.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Formas de sentir
Os Limites do SentidoO significado de uma palavra é a sua utilização na linguagem. Mas pode fazer muitas outras coisas para além de retratar a realidade. Onde se encontram os limites do nosso pensamento? Nos boatos? Um boato não é admissível como prova em tribunal, ao passo que muitas as vezes é a única prova em que um historiador pode e fundamenta criteriosamente as suas revelações. Não será a nossa vida entendida apenas pelo seu passado? O supremo paradoxo de todo o pensamento é esta tentativa de descobrir algo que o pensamento não pode pensar. SERÁ ASSIM NO AMOR ENTRE DUAS PESSOAS?
Ludwing Wittgenstein
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Chamaste-me?
- Chamaste? terça-feira, 3 de novembro de 2009
SALVAR AS APARÊNCIAS
Aristóteles
sábado, 24 de outubro de 2009

ENSINA-ME A VOAR
Eu sei que as leis e os decretos te ocupam bastante tempo... e mais ainda as outras coisinhas!
Mas "olha": Escreve, vai escrevendo, não deixes passar tantos dias sem dar notícias. É que na verdade, os teus pensamentos são um conforto em certos dias, quando julgamos não haver mais ninguém a querer voar como nós, E NÓS...SOMOS UM TODO, um todo desejado em partilhar. Da minha parte, e agora que desabafei, partilharei a partir de hoje as minhas desavenças filosóficas.
Leonardo da Vinci
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Que a vida é toda secreta*
Uma esperança à espera de o ser
Há um caminho trilhado por ninguém
Um jardim de flores por nascer
Um coração para arrancar de um peito
Uma saudade que corrompe o presente
Um futuro que nunca irá ter fim
E um corpo que só a dor consente
Lua cheia num céu vazio de estrelas
E o arrepio de uma noite sem ti
Haverá isto, e tudo o mais também
Que a vida é toda secreta ... por aqui
(Helder Salvado)
* Verso do poema Soledad de Cecília Meireles
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Ladrão que rouba ladrão...
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Simples

«Bem amiga, vou sair.
Pode ser que amanhã quando acordarmos os problemas do mundo tenham desaparecido.
LOL
Os nossos dramas pelos menos, vá...»
Dito por volta da uma da manhã, por alguém que normalmente me costuma encher o coração. Para tanto, bastavam as memórias que guardo desde a infância. Dos tempos em que ao sair da escola primária, compunhamos um melodia para os poemas que encontrávamos nos livros de língua portuguesa, bem como coreografias para as músicas já conhecidas. Dos tempos em que arranjavamos desculpa para ires ver o meu cantinho das barbies. Nunca ninguém me conhecerá tão bem como alguém que tenha brincado comigo às barbies, e sobretudo alguém que soubesse brincar às barbies, coisa que hoje em dia, a ver pelas crianças que passam lá por casa, não é comum. As barbies já estão na minha gaveta, mas a verdade é que fazemos questão de construir juntas novas memórias.
Não se pode desperdiçar alguém que conhecemos desde sempre!
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Aparição
Hoje vi-te. Olhei para ti verdadeiramente. Apareceste de repente, já noite, mas não te soube dar a devida atenção. Quando os problemas nos absorvem, o raciocínio fica prejudicado pela maneira egoísta e pobre como olhamos para o que nos rodeia, mesmo que isso possa ser a coisa mais importante que temos na nossa vida. Que interessa isso quando, absortos, nada mais existe senão o mundinho de pluri-evidências, nas quais pensar e repensar já não leva a porto nenhum. A verdade é que há momentos em que devemos estar sozinhos e em que o confronto com o outro - quem quer que seja - não nos favorece. Pelo contrário, de mim falo, elevam mentalmente cada defeito, cada preocupação, e para minha revolta, aumentam o volume de cada suspiro de que tenho vontade. Se abrir a boca, o que nestes momentos se torna um esforço imenso, e até uma busca de respostas simples a perguntas simples, será certamente para lamentar-me, como se o outro não estivesse ali, sendo que o mais certo é remeter-me ao silêncio pesado que sei que o meu rosto carrega. O diálogo que possa estabelecer-se então, não deve conter mais do que uma ideia - uma ideia simples - de cada vez, para que eu me matenha paciênte, e para que o meu espírito não se distraia comigo própria. Inevitávelmente, fico impaciente e nervosa. E tu estás ali, e não te vais embora sem que eu te diga que podemos ir. Quando fico sozinha percebo que te podia ter dado mais um beijo, e que talvez isso chegasse para te consolar - a ti e a mim. Não consegui ser coerente, nem consigo parecê-lo, quando penso e várias coisas ao mesmo tempo, sem que nenhuma delas seja o momento que nos está a acontecer. Não te vi, na verdade. quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Fogo na noite escura
Claustro incompleto à espera do fim
Dono de uma alma em contrabando
Em múrmurios e preces pelo nada
Tudo acaba sem dados lançados
O meu começo foi o prenúncio do meu fim
Que pela estrada já vai chegando
A serpente e o veneno que mata
Vou caminhando na escuridão
Descendo as águas do rio que não me conduz
Que este caminho é poeira e solidão
Beco ou impasse que não seduz
Este caminho é poeira e solidão
Sangue que já estancou no coração
Num peito ainda em chama
Por este fogo que eu pus
(Salvado)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Agir
domingo, 4 de outubro de 2009
Shhhhhiu
Não interrogues.
Cala.
O melhor do relacionamento entre duas pessoas e entre o mundo em geral pode mesmo traduzir-se num silêncio.
O cuidado de não ferir o outro e a desnecessidade de impor o nosso ponto de vista quando não é preciso é uma finesa que nem toda a gente consegue ter.
Exige uma sensibilidade apurada que raros seres humanos atingem, e que a convivência em sociedade implora.
Cheguei a defender, dogmaticamente, que tudo se pode dizer, dependendo do modo como se diz. Das palavras escolhidas e até da entoação com que se dizem.
É um erro.
Aqui, e em jeito de prece: 'Há coisas que não se podem dizer'.
Simplesmente.
sábado, 12 de setembro de 2009
Metamorfose
"O pai, transtornado como estava, nao percebia que era necessário abrir o outro batente da porta que estava fechada para que Gregor pudesse passar à vontade. Não o dominava senão uma ideia, a de que Gregor devia regressar àquele quarto tão depressa quanto possível. Nunca deixaria Gregor efectuar todos os movimentos necessários para erguer o corpo em altura e deste modo passar a porta. Pelo contrário, como se isso não representasse qualquer obstáculo, empurrava Gregor, aumentando o barulho que fazia. Para este, o que ouvia atrás de si, já não era unicamente um único pai: não era ocasião para brincadeiras e Gregor, desesperadopassou pela abertura da porta à força. O seu corpo ergueu-se de um dos lados, e passou de viés, com o flanco todo esfolado, sujando o branco da porta com feias manchas; mas logo ficou entalado, de tal modo que não conseguia sair dali - de um lado, com as suas pequenas e trémulas patas suspensas noa ar, enquanto que do outro lado se encontravam esmagadas contra o chão -, se não fosse o pai a dar-lhe por trás um golpe com violência verdadeiramente libertadora, fazendo-o voar até meio do querto, sangrando com abundância.
Logo a seguir a porta foi fechada com um golpe de bengala, após o que caiu o silêncio."
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Folk Festival - Aconteceu.
Para quem não faz ideia do que perdeu.... Nada como uma boa galeria de fotos, AQUI. Existem também as fotos do ano passado ALI.
domingo, 30 de agosto de 2009
Alto Douro Vinhateiro
"Primeiro a serra semeada terra a terra nas vertentes da promessa. Depois o verde que se ganha ou que se perde quando a chuva cai depressa. E nasce o fruto quantas vezes diminuto como as uvas da alegria, e na vindima vão as cestas até cima com o pão de cada dia. Suor do rosto pra pisar e ver o mosto nos lagares do bom caminho. Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado generoso como o vinho. E pelo rio vai dourado o nosso brio nos rabelos duma vida. E para o mundo vão garrafas cá do fundo de uma gente envaidecida. (...) Por isso há festa, não há gente como esta quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão. Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra, vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão. E são atletas, corredores de bicicletas, e palavras indiscretas na boca de algum rapaz. E as barracas mais os cortes nas casacas, os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz. Vinho do Porto, vou servi-lo neste cálice, alicerce da amizade em Portugal. É o conforto de um amor tomado aos tragos que trazemos por vontade em Portugal. Se nós quisermos entornar a pequenez, se nós soubermos ser amigos desta vez, não há champanhe que nos ganhe, nem ninguém que nos apanhe porque o vinho é português."
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Sons 09
Primeira pedra de uma iniciativa que se estenderá nos anos e que nos levará numa viagem incrivel pelos recantos das aldeias do xisto, o Sons09 será o momento de retomar memórias de 2008 para uns e excusa soberba para arrecadar recordações para todos. Setembro receberá melodias de sempre quando o primeiro fim de semana chegar.»
http://www.sons09.rodobalho.com/)
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Dignidade
No Verão, altura em que, vá se lá saber porquê, todos estes sintomas se intensificam, as pessoas parecem ter os interesses completamente ofuscados pela futilidade e pela sensação do curto prazo, do agora, do consumo, do belo, do melhor-que-o-do-vizinho, da hipocrisia. Só que na maior parte dos casos essa não há ali, afinal, uma prespectiva consolidada de tudo o que faz. Faz-se assim... Ao Deus dará. E acredito piamente que ao deitar, reine no coração dessa gente um vazio de ideias. Porque o coração, sim, deve ter ideias. Deve saber o que faz. Deve, pelo menos, dar sentido àquilo que faz. Quando assim não acontece, não há uma explicação digna para os actos que tomamos. Nada de confusões!!! Seguir os instintos mais primários não é seguir o coração. DIGNIFIQUE-SE.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ai,rapaz!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
Casamento
No entanto, isto só por si não demonstra haver desigualdade, no verdadeiro (e juridíco) sentido do termo. Com efeito, hoje no DN: os constitucionalistas Bacelar Gouveia e Paulo Otero defendem que não existe contradição entre a Constituição e o Código Civil. Os especialistas adiantaram ainda que para legalizar o casamento entre homossexuais não é preciso mudar a Constituição, basta alterar o Código Civil. Até aqui tudo bem.
Como não podia deixar de ser, "O conceito de casamento utilizado na Constituição é o da tradição judaico-cristã, que se baseia na união entre pessoas de sexos diferentes. O que pode haver é outra designação para as uniões entre pessoas do mesmo sexo", considera Paulo Otero. O professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa acrescenta ainda que "a Constituição não impede que se chame união ou união estável, mas para isso tem de haver uma alteração do Código Civil". Nada de novo, portanto.
No Acordão do Tribunal Constitucional, que decide a vida de T e H, datado de 9 de Julho de 2009 pode ler-se: "...se o legislador constitucional pretendesse introduzir uma alteração da configuração legal do casamento, impondo ao legislador ordinário a obrigação de legislar no sentido de passar a ser permitido a sua celebração por pessoas do mesmo sexo, certamente que o teria afirmado explicitamente, sem se limitar a legitimar o conceito configurado pela lei civil". Com razão.
Com efeito, a questão vai sendo debatida ao nível da doutrina e da jurisprudência.
Ao nivel político e decisório, prima a falta de oportunidade, e passa com enorme volatilidade a prioridade e o caráter de urgência, conforme as vontades dos lideres partidários, e das agendas mais ou menos vazias de cada um. Sem pressa. Consolide-se.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Namorico da Rita
Sabem todos que lá vão que a Rita gosta do Chico.
E há quem diga à boca cheia, que depois de tanta fita,
o Chico de volta e meia, prega dois beijos na Rita!
Onde é que eu já ouvi isto?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
A minha licenciatura
ELES PODEM PORQUE PENSAM QUE PODEM"
Eu até sei que tenho uma estrelinha da sorte, uma espécie de varinha mágica que me acompanha para todo o lado. Não que a traga pendurada ao pescoço, não que a traga na minha mala. Mas sinto-a. Mesmo nos momentos em que tudo parece desmoronar, naquelas horas em que não tenho a certeza das minhas capacidades. Confio em algo ou alguém que sei que está por ali. E se eu fizer a coisa certa, não me vai deixar pendurada. É certo e sabido que tudo vai correr bem. E no seu tempo. Nada de pressas nem de pressões. Nem depressões. Nem de tristezas. Nada de pensamentos negativos. Porque encarar a vida com um sorriso é abrir portas e janelas. Sim, é "meio caminho andado". É uma maneira de passar pela vida, sem sofrer demasiado com as dificuldades que sentimos quando de manhã acordamos. Porque um obstáculo logo pela manhã, pode fazer-nos lidar de maneira diferente com aquele problema que de repente nos aparece ao final do dia, e que temos de resolver. Quando há uma recompensa, por mais pequena que seja, essa conquista é um triunfo, que há que salvaguardar, e retirar dele o máximo proveito. Reanimar as tropas e continuar a ser o que tenho sido. A palavra de ordem é "capacidade", que se concretiza com trabalho e com alegria. E que me faz acreditar que eu CONSIGO. E consegui. Mas nada disto nasceu comigo. Aprendi. Tentei. Errei. Estou aqui.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Batem leve levemente
Fui declamar este poema na escola primária, numa festa de Natal para os pais, como era habitual no Centro Paroquial. E foi dele que me lembrei ao ver a chuva lá fora, no Pelourinho. Na cidade onde costuma nevar, a chuva não é igual aos outros sítios. Não cai. Acho que baloiça no ar e não chega a cair. Numa sala escura, contra a parede e em busca de acórdãos que me socorram, nem reparo que é a chuva que me acompanha, e que também ela se deixa andar sem avançar, sem se fazer notar, mas com uma presença simples, que existe por simplesmente existir.
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim...
É talvez a ventania;
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento, com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudade, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
de uns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
- depois em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos... enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza...
– e cai no meu coração.
Augusto Gil - Luar de Janeiro, 1909
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Covilhã, cidade neve (II)
Verdadeira cidade Flor à beira dos montes hermínios plantada.
Mas como não existem lugares perfeitos... o destaque desta semana vai para: OS MEUS PONTOS DE EMBRAIAGEM, também eles em fase de Estágio de Verão, nestes altos e baixos até à Praça do Município.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Covilhã, cidade neve (I)
Covilhã cidade neve
Fiandeira alegre e contente
És o gesto que descreve
O passado heróico e valente
És das beiras a rainha
O teu nome é nome de povo
És um beiral de andorinha
Covilhã tu és sangue novo
De manhã quando te levantas
Que briosa vais para o tear
E os Hermínios tu encantas
Vestem lã para te namorar
E o pastor nos montes vagueia
Dorme à noite em lençol de neve
Ao serão teces longa teia
Ao teu bem que de longe te escreve
Covilhã cidade flor
Corpo agreste de cantaria
Em ti mora o meu amor
E em ti nasce o novo dia
Covilhã és linda terra
És qual roca bailando ao vento
Em ti aura quando neva
Covilhã tu és novo tempo
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Bellinzona








